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Domingo, 19 Junho 2016 00:37

Muito mimimi

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Victor Augusto

 

À medida em que o tempo vai passando e a gente vai adquirindo experiência, nos permitimos a avaliar certezas e duvidas sobre o que vivenciamos ou pelo que passamos. Nos questionamos e na sequencia vamos para uma visão religiosa: Por que isso acontece comigo Deus?

Não sou egocêntrico e não permito que me façam ser exemplo para os outros, modelos são figuras fortes para qualquer tipo de pessoa. Gosto de ser de meu jeito, carrego comigo o que me foi ensinado de maneira tão simples e verdadeira que meus pais me deram.

Hoje aluguei o ouvido de uma amiga para tentar entender o “por quê” toda vez que me proponho a ajudar o próximo e aos meus, logo me vejo sendo vidraça, tudo pelo simples fato de desagradar quem só busca o seu beneficio própria, a extrema necessidade de afirmar para os outros e para si a demonstração do “poder”. O poder não me interessa, o poder afasta pessoas que você gosta, historias são criadas ao seu respeito... Historias...

O que me consolou por hora, foi o reforço que ela me deu ao afirmar que tudo está diferente, que ao olhar dos que estão dentro e dos que estão fora, que as pessoas passaram a acreditar num trabalho conjunto e voltado para todos.

“Ninguém joga pedra em arvores que não dão frutos. Força e seja forte por você e por nós” MJ.

Como relatei anteriormente, a gente já vem de uma estrada cheia de bagagens, coro duro de tanto levar pedrada. Mas com o tempo a gente vai adquirindo experiência com a convivência entre as pessoas, identificando quem é quem e como são conosco ou com os outros.

Usando conhecimento, a parcimônia, seguido da boa resiliência, sentei com minha turma, organizamos tudo e aguardamos o momento certo para desmascarar o difamador e os que emprenharam pelo ouvido. Tanta coisa poderia ser evitada se usassem a capacidade de perguntar as pessoas e não tirar conclusões precipitadas.

Reunião marcada, ouvimos tudo o que “ouviram” e na sequência nos “defendemos”. Nada mais revigorante do que vê a cara dos difamadores cair ao mostrarmos todas as coisas e ponto a ponto de como eles não tem o menor interesse em se informar. Se toda estratégia que usaram para falar de mim e de minhas parceiras fosse usada para elevar nossa instituição, seriamos muito mais fortes.

Eu não sou de entrar em confrontos e nem de prejudicar ninguém, quero fazer o que é justo e viver em paz. Mas como minha honra foi vitima de agressão, nada mais justo do que recorrer a justiça dos homens e deixar a de Deus seguir. Vale lembrar, que antes de “emprenhar” pelo ouvido, pergunte e evite as consequências. 

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