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Domingo, 17 Dezembro 2017 19:47

ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO DIA 27 DE OUTUBRO DE 2017

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ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO DIA 27 DE OUTUBRO DE 2017


Rio Branco- Acre, 27 de outubro de 2017.



Aos vinte e sete dias do mês de outubro de dois mil e dezessete, o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre, Victor Augusto Nogueira de Farias, realizou a primeira chamada da Assembleia Geral Extraordinária às dezessete horas e quinze minutos. Às dezoito horas foi feita a segunda e última chamada para dar início às discussões. O presidente relatou que a secretaria da Fenaj informou que todas as emissões de carteiras estariam suspensas até o mês de janeiro, até que a empresa responsável pela emissão das carteiras se regularizasse e entregue os pedidos já feitos anteriormente. Foi informado que o sindicato foi convidado a participar do Congresso anual da federação, a ser realizado no Espírito Santo. O presidente deixou em aberto para quem desejasse representar o Estado no encontro, como ninguém se manifestou foram encerradas as pautas da secretaria. Na tesouraria foi informado que dos oitenta e seis mil de dívidas herdados da gestão anterior, restam apenas dois mil e seiscentos e onze reais pendentes. Foi informado ainda que devido à falta de repasse dos associados pelas empresas, estava com uma dívida de mil e duzentos reais com o advogado do sindicato, que tão logo fossem repassados, seria quitado. O presidente informou que o sindicato e ele se encontram com o nome negativado devido a uma dívida criada junto ao antigo advogado, pois o ex-vice presidente teria informado ao então advogado que o sindicato teria mais de cento e cinquenta associados. O presidente explicou que informou ao advogado que apenas de apenas oitenta jornalistas tinham descontos em folha e esse valor repassado ao sindicato e que os outros trinta eram sindicalizados que pagavam esporadicamente a entidade, onde pagavam um mês e o próximo pagamento somente daqui há dois ou quatro meses, por isso não consideravam como sindicalizados diretos e que nunca foi deixado de se pagar o antigo advogado conforme o estabelecido e que o presidente iria tomar as devidas providências judiciais, pois já havia tido uma conversa com o advogado e troca de mensagens explicando essa realidade. O presidente aproveitou para informar que estarão vendo uma casa ou sala comercial para alugar para que possa tirar as coisas pertencentes ao sindicato de sua casa e de outras residências dos diretores, pois a medida foi tomada para usar o dinheiro do aluguel para ajudar a sanar as dívidas enquanto o sindicato se normalizava e como já houve um grande avanço no pagamento das dívidas, o momento é de buscar uma sede fixa para o sindicato. Encerrada a hora da tesouraria, foram iniciadas as demais pautas. A primeira foi a respeito do dissídio coletivo, onde o ex-vice presidente usando suas redes acusava a diretoria de não ter entregado a documentação necessária. O presidente explicou que todos os documentos foram entregues ao juiz conforme o que ele pediu, o que inviabilizou que fosse dado segmento foi o baixo número de assinaturas e a entrega dos editais por parte dos diretores que passaram fora do prazo. O presidente disse que apenas oito pessoas haviam assinado a lista de presença da assembleia do dissídio e que por orientação do advogado, seriam coletadas mais assinaturas para reforçar o interesse da entidade em dar entrada no processo. O presidente informou que foi às redações coletar as assinaturas e que em uma determinada redação, uma colega disse que não assinaria devido à entidade não passar confiança e nada fazer. Todo o material foi entregue, mas perdeu o prazo. O presidente informou que não mais iria passar de redação em redação para coletar as assinaturas para dar validade aos interesses da classe, uma vez que os próprios profissionais não demonstram interesse pela melhoria da categoria e que preferem desagregar e desqualificar a entidade e seus representantes como se a diretoria fosse empregada dos associados e não associados, uma vez que todos se doam de forma voluntária e todos que desejarem dar andamento nas decisões da categoria deveriam participar das assembleias ou procurassem o presidente para assinar a lista de presença, assim como todos que desejassem se informar a respeito das discussões deveriam buscar todas as informações diretamente no site do Sindicato para evitar o famoso telefone sem fio que se cria dentro da categoria. A respeito da nova negociação salarial, foi decidido em se manter o pedido de vinte e dois por cento de aumento referente aos três anos em que as empresas não fazem um reajuste no salário dos profissionais e já se estabeleceu que caso não houvesse nenhuma proposta por parte das empresas com a entidade sindical no mês de janeiro, a próxima assembleia será destinada apenas para dar entrada ao dissídio coletivo referente ao período em que não se teve nenhum aumento, ou seja, conforme a Justiça define a porcentagem, as empresas terão que restituir os aumentos aos profissionais pelos últimos três anos. O presidente ainda lembrou que os prazos quem dá é a Justiça e não o sindicato para que se evitem conversas ou que fosse de responsabilidade da entidade em marcar as audiências, mas é de responsabilidade da categoria comparecer se tiver interesse em buscar melhorias salariais. Encerradas as explicações da diretoria, o advogado do sindicato, Simmel Sheldon, detalhou pontos da relação trabalhista que afetam os jornalistas em todo o país com a Reforma Trabalhista. As explicações foram feitas aos presentes e aos associados do interior por meio de transmissão ao vivo pela fanpage do sindicato.  Nada mais a tratar, o presidente deu por encerrada a assembleia geral às dezenove horas e cinquenta minutos. A ata foi lavrada por mim, Alessandra Machado, a pedido do presidente durante a ausência da secretária-geral e assinada pelo presidente, por mim e demais presentes.

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